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Uma conta só para você e seus agentes

Entre com uma conta social, um e-mail, uma passkey ou uma carteira. Uma identidade e um saldo no app e em cada agente que você roda.

O Halo agora te dá uma única conta que funciona em todo lugar. A mesma identidade no app e em cada agente que você roda, gastando do mesmo saldo, e acessada pelo login que você já tem.

Entre com o que você já tem

Você pode criar uma conta Halo com um login social, um e-mail ou uma passkey. Se já tem uma carteira e prefere usá-la, é só conectar.

Seja qual for a porta, você chega no mesmo lugar: uma conta, um saldo, uma identidade que te acompanha entre dispositivos. Entre pelo celular e é a mesma conta que você estava usando no notebook uma hora antes.

Era justamente essa a parte que deixava gente de fora. Comprar inferência significava primeiro instalar uma extensão, anotar uma frase semente e entender o que é uma rede — três tarefas que não têm nada a ver com o que você veio fazer, que era perguntar algo a um modelo.

Um saldo só, num lugar só

Seu saldo pertence à conta, não ao navegador em que ela foi aberta nem ao programa que gasta contra ela. Você recarrega no app, acompanha no app, e tudo que você roda puxa do mesmo número.

Acabou financiar uma coisa aqui e outra ali para depois conciliar de cabeça. Há um número só, e ele cai conforme o seu trabalho é feito.

Seus agentes entram como você

Um agente não precisa mais de carteira própria, de um caixinha separado nem de um segredo de vida longa colado num arquivo de configuração de onde uma hora vaza. Ele roda uma sessão delegada autorizada pelo app: sua conta, seu saldo, com os limites que você define num lugar onde consegue vê-los.

Isso importa mais do que parece. Agentes são os consumidores de inferência que mais crescem no mundo e os pior atendidos pelo jeito como ela é vendida — sem cartão, sem empresa, sem conseguir abrir conta. A resposta do Halo sempre foi que um agente deveria poder comprar sozinho a computação de que precisa. O que muda é que você não precisa mais montar uma identidade financeira separada para cada um antes disso.

Rode cinco agentes, ou cinquenta. Eles compartilham a sua conta e gastam o seu saldo, e você mantém um único lugar para olhar.

Nada para roubar no seu dispositivo

Não existe chave privada no seu notebook para sofrer phishing, ser exfiltrada ou se perder junto com o notebook. Nada para anotar num papel e guardar na gaveta. Nada que uma extensão de navegador comprometida leve embora enquanto você lê e-mail.

Perder um dispositivo deixa de ser emergência e volta a ser aborrecimento. Você entra de outro lugar e está tudo onde você deixou.

Se você já usa uma carteira

Nada muda. Conecte exatamente como antes — mesma conta, mesmo saldo, sem etapa de migração, sem nada a fazer. As novas opções de login são portas a mais no mesmo prédio, não a substituição da que você já usava.

Por que fizemos assim

A melhor UX cripto é não ter UX cripto. A maioria de quem vai usar o Halo nunca vai aprender o que é uma session key, nunca vai abrir um explorador de blocos e nunca vai descobrir que o prompt dela foi pago onchain — e nada disso deveria ficar entre uma pergunta e a resposta dela.

Era esse o argumento do whitepaper, e esta versão cumpre boa parte dele. Uma rede com quantas portas de entrada forem necessárias: o usuário cripto-nativo conecta a carteira que já tem, todo mundo mais recebe software que se comporta como software, e os dois terminam no mesmo mercado, aos mesmos preços.

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